segunda-feira, 28 de março de 2016

Padroeiros

Santa Teresinha do menino Jesus

Teresinha nasceu na França no dia 2 de janeiro de 1873. Sua família vivia no
amor a Deus e entre si e, por isso mesmo, muito solidária com os necessitados.
Teresinha cresceu como todas as crianças, mas o que encantava a todos, era sua vida simples e o esforço que fazia para melhorar. Sua família sempre participavam juntos da Santa Missa e liam a Bíblia.

Seus pais, Luiz José e Zélia tiveram oito filhos, quatro dos quais morreram ainda pequeninos. Quando fez 11 anos, com muito preparo e amor recebeu pela primeira vez a Jesus na Eucaristia; foi no dia 8 de maio de 1884. Isso foi um motivo a mais para que fosse boa para todos. Disputava com sua irmã quem faria mais gestos de amor durante o dia. Sempre que via alguma criança com fome ou com frio oferecia-lhe algo e falava-lhe do amor de Jesus.

Essa é nossa Teresinha que aos 9 anos de idade desejou ser religiosa Carmelita e com uma permissão especial do Papa Leão XIII, realizou o seu desejo aos 15 anos de idade.

Entrou, ainda muito jovem (aos 16 anos) no mosteiro das Carmelitas de Lisieux e praticou de modo exemplar a caridade, a simplicidade evangélica e a confiança em Deus. "Passarei meu céu fazendo o bem na terra", era seu desejo. Certa vez soube que um homem havia sido condenado á morte por ser criminoso. Este homem estava revoltado contra Deus e contra todos. Teresinha começou a rezar e fazer sacrifícios para que antes de morrer voltasse seu coração para Deus... E foi com grande alegria que ficou sabendo que no momento antes de morrer aquele homem pediu o crucifixo e com profunda reverência e respeito o beijou. Era um sinal do céu: tinha-se convertido! Estava salvo.

E assim foi durante toda a sua vida, quando adoeçeu com tuberculose oferecia suas dores e cansaços pelos missionários. Faleceu no dia 30 de setembro de 1897. Foi uma religiosa carmelita, missionária da oração, do sofrimento e do amor. Teresinha transformou a vida fechada no convento em luz, a dor em amor, o pequeno em grande, a terra em céu, o tempo em eternidade, a vida contemplativa de convento de clausura num horizonte missionário, em Igreja Universal.

Nunca foi para as missões, no entanto o Papa Pio XI a nomeou Padroeira das Missões e dos missionários, junto com São Francisco Xavier. Sua festa ‚ celebrada no dia 1º de outubro.

Sao Francisco Xavier

A história do nosso menino inicia no castelo de Xavier, em Navarra - Espanha. Dom João e Maria Xavier são os pais de Francisco; ele nasceu em 1506, no dia 07 de abril.

No enorme castelo da família Xavier existe um lugar que é especial para Francisco: a capela, onde ele vai, ajoelha-se e olha o grande crucifixo. Contempla a grandeza do amor daquele homem da Cruz.

Francisco cresce muito estudioso e para melhor se preparar, em sua juventude vai para Paris. Ali, quando já professor, encontra-se com Inácio de Loyola. Juntos e com mais cinco colegas fundarem o grupo chamado "Companhia de Jesus".

A esses companheiros juntarem-se muitos outros que se espelharam pelo mundo para pregar o Evangelho. Alguns entre eles vieram para o Brasil, tais como padres Manuel da Nóbrega e José da Anchieta.

Francisco foi evangelizar o Japão e a Índia. Trabalhou com ânimo incansável. Percorreu distâncias enormes, falou com amor de Deus e de seu Reino... Em sua Missão padre Francisco não queria que nenhuma pessoa ficasse sem conhecer o amor de Deus e para isso pediu ajuda às crianças. Assim ele escreve: "A cada dia crescia as pessoas que tinham desejo de Deus e eu tinha todo o interesse em satisfazer toda aquela pobre gente, com receio que uma recusa enfraquecesse a sua confiança nos socorros da religião, tomei o partido de enviar as crianças para os diferentes bairros, para onde era chamado".

As crianças partiam para todos os cantos, incumbidas por Francisco Xavier de levar uma oração impressa, de tocar o doente com o rosário, ou de aspergir água benta sobre os doentes. Eles voltaram felizes batendo palmas porque haviam sido pequenos apóstolos de Jesus. Depois de muito trabalho já cansado e sem forças Francisco adoece e no dia 3 de dezembro de 1552 abraçado ao crucifixo diz com voz fraca: "Senhor esperei em vós, não serei confundido eternamente!" E assim morre o gigante do Oriente.